O piloto brasileiro
é o ativo mais subvalorizado
do mercado.
Uma SaaS B2B com IP registrado no INPI que converte dados de desempenho em score objetivo — base para financiamento, seguros e contratação de pilotos. Estrutura jurídica internacional ativa, receita recorrente, dados em solo brasileiro.
Seis atores.
Seis gaps críticos.
Zero soluções nacionais.
O AYNSARD não é uma ferramenta de segurança aérea. É uma plataforma workforce que conecta todos os lados de um ecossistema que hoje opera fragmentado — cada ator com seu gap, sem dados para se comunicar com o próximo.
Invisíveis no mercado.
Todos têm a mesma licença no papel. Nenhum consegue provar objetivamente que é o melhor. Sem score certificado, sem histórico verificável — só horas de voo e intuição do recrutador.
Documentação indefensável.
Quando um ex-aluno sofre um acidente meses após a formatura, a escola não tem evidência imutável da qualidade do treinamento. Responsabilidade civil sem defesa técnica possível.
Fadiga gerida no escuro.
O FRMS das companhias controla horas e repouso, mas não mede fadiga real. Nenhuma CIA brasileira tem dados fisiológicos — HRV, ECG — correlacionados ao desempenho real no voo.
Risco não precificável.
Seguradoras precificam o risco do piloto com base só no CMA e horas de voo. Sem score comportamental e histórico de consistência, o prêmio é calculado na suposição.
Capital humano sem colateral.
11.200 pilotos com habilitação válida não conseguem crédito para completar a formação comercial. Não existe instrumento financeiro que use desempenho aeronáutico como garantia.
SMS loop sem fechamento.
Ações de segurança são registradas mas raramente têm evidência rastreável de fechamento. O regulador fiscaliza sem infraestrutura de dados objetiva e auditável.
Dados reais.
Oportunidade verificável.
Boeing PTO 2025 · CENIPA · ANAC · Oliver Wyman.
Por região · 660K pilotos totais
Onda de aposentadoria — Pilotos contratados entre 1985–1995 atingem a idade-limite obrigatória (65 anos). Cerca de 30% da força de trabalho global sai nos próximos 10 anos com reposição compulsória.
Expansão de frota — 42.600 novas aeronaves comerciais serão entregues até 2043 (Boeing CMO). Cada aeronave em operação contínua exige ~3,5 pilotos em escala ativa.
Colapso pós-pandemia — 25% dos pilotos dispensados em 2020 não retornaram à aviação. O pipeline de formação foi destruído; o déficit é estrutural e não se recupera sem incentivo ativo.
Expansão low-cost — LCCs crescem 12–18%/ano nos mercados emergentes incluindo o Brasil. O modelo de alta rotatividade de aeronave exige escala de tripulação que o mercado ainda não tem capacidade de suprir.
Gargalo de formação — Certificar um ATPL leva 3–5 anos. A demanda cresce mais rápido do que a capacidade de formar — o gap estrutural aumenta todo ano sem intervenção sistêmica.
O gap cresce mais
rápido
do que a formação cobre.
O gargalo não é falta de vocação. É tempo: certificar um ATPL exige 3–5 anos. Cada ano sem sistema de rastreabilidade é um piloto qualificado que o mercado não consegue identificar ou financiar.
O mercado já tem soluções adjacentes — FOQA, EFB, simuladores, FRMS. Cada uma resolve um problema. Nenhuma resolve o conjunto. O AYNSARD é a única plataforma que combina as quatro dimensões simultaneamente.
O moat defensável: dado fisiológico contínuo + rastreabilidade imutável + IA explicável + compliance regulatório nativo — combinação inexistente em qualquer solução disponível no mercado brasileiro de aviação. As quatro dimensões juntas só existem no AYNSARD.
Não é uma ideia. É um sistema completo funcionando.
A documentação técnica e os testes operacionais confirmam: todos os módulos do AYNSARD estão operacionais — sistema de scoring dinâmico, predição de fadiga fisiológica, monitoramento de espaço aéreo, avaliação de coordenação de tripulação, análise forense de incidentes, auditoria imutável. Não é protótipo. É infraestrutura.
Plataforma Completa
Registro imutável de desempenho com cadeia criptográfica. Motor de scoring proprietário multi-eixo com índice longitudinal. Predição de fadiga com telemetria fisiológica em tempo real. Monitoramento de espaço aéreo restrito. Avaliação de coordenação de tripulação. Análise forense de incidentes. Matriz de sub-competências OACI. 5 perfis operacionais. 10 migrações de schema. Hardening de segurança.
Estruturação Jurídica
Constituição Holding UY + Delaware C-Corp. Registro INPI (VT6RDS + AYNSARD). Conselho consultivo aeronáutico. Estrutura societária para equity partners. Valuation R$4M estabelecido.
Programa Piloto
3–5 escolas RBAC-141 com dados reais. 200 pilotos monitorados. Alinhamento regulatório com ANAC. Geração do dataset certificado para pitch às companhias aéreas e seguradoras.
Pré-Seed & Hardware
Captação R$1,5M–R$2,5M. Protótipo Aperture Clip (ECG/HRV/GSR/GNSS). Integração interim smartwatch (Garmin/Polar/Apple). Parceria seguradora para subsídio de prêmio. FINEP + BNDES Garagem.
Série A · CIAs & Seguradoras
CIAs regionais de cabotagem — FRMS com fisiologia. Multi-insurer API. 30+ escolas. Selo VT6RDS como credencial de mercado. Expansão LATAM. Validação regulatória ANAC.
VT6RDS — o selo
que não pode ser falsificado.
Sistema de certificação dinâmica baseado em TOTP — o mesmo princípio dos tokens bancários. O Selo não é permanente: reflete o estado operacional real do profissional no momento da consulta.
Código renova automaticamente a cada 30s · Tecnologia TOTP (RFC 6238) · Sem possibilidade de antecipação ou reutilização
VETRAIR
Coleta e armazenamento criptografado de telemetria operacional, simulador e registros de voo.
AYNSARD
Pipeline de ML que converte dados brutos em score preditivo objetivo. Pesos auditáveis por reguladores.
VT6RDS
Certificação TOTP de 30s, válida por 12 meses renováveis. Operadores consultam o estado real, não um histórico.
Quatro camadas. Seis fluxos de receita simultâneos.
O AYNSARD não tem um tipo de cliente — tem seis segmentos pagantes ao mesmo tempo: escolas, pilotos individuais, CIAs, seguradoras, hardware e capital ISA. O VCP — VETRAIR CERTIFIED PROFESSIONAL é a espinha dorsal que conecta todos: quem tem o Selo tem preferência no mercado — e isso alimenta a demanda em cada um dos outros fluxos.
Licença por Aeroclube / Escola
R$ 800–2.500/mês por escola RBAC-141. Assinatura mensal, churn estruturalmente baixo — trocar de sistema significa perder o histórico imutável SHA-256 dos alunos. Bundle com hardware Aperture na Fase 4.
Certificação de Profissionais
R$ 89–149/mês por piloto + R$ 290 por Selo emitido. Três tiers: Basic, Professional, Advanced. Assinatura individual recorrente + taxa de sucesso diferida na colocação — piloto paga quando é contratado.
Inteligência para Operadores
R$ 45–90/piloto/mês para CIAs (RBAC-121). API de score de risco para as 12 seguradoras ativas (SUSEP). Success fee 8–12% sobre salário anual na contratação.
Financiamento Baseado em Desempenho
Investidor financia a formação aeronáutica. Piloto reembolsa em percentual da renda futura — sem banco, sem colateral. O score VCP é a garantia objetiva. TAM imediato: 11.200 pilotos elegíveis sem acesso a crédito hoje.
Cenário base · múltiplos SaaS B2B BR
Valor crescente. Base conservadora.
Múltiplos SaaS B2B + ativo proprietário VT6RDS + pipeline. 1% equity = R$ 40k em valor presente, com potencial de valorização significativa em rodadas futuras.
Governança, ativos, estrutura.
1 VAGA POR PERFIL · ROUND EM ANDAMENTO · SELEÇÃO ATIVAContabilidade
Planejamento tributário, compliance, notas, incentivos, reporte para investidores.
Direito Corporativo
Contratos, NDA, termos, políticas. Multijurisdição. Due diligence para captação.
Engenharia & Dados
Arquitetura de dados, AYNSARD, pipelines, governança. Sênior com visão de produto.
Diretor Internacional
Expansão LATAM, Caribe, EUA. Prospecção de aeroclubes, escolas, companhias no exterior.
0% → 100% em 24 meses.
Sem aporte. Contrapartida por serviços especializados.
Estratégia foca expansão pós-money para ganho nominal.
Cliff 0–6m. Vesting linear 6–24m. Full vesting independente.
Vedada colaboração com aviação ou treinamento preditivo.
O cliff é um período de comprometimento mínimo — você precisa estar ativo por pelo menos 6 meses para começar a acumular equity. Após isso, cada mês conta de forma linear. A lógica protege ambos os lados: a empresa não fica com um sócio que saiu em 30 dias; o parceiro não fica preso sem reconhecimento depois do cliff.
Valor Série A calculado com valuation de referência R$30M (base conservadora do cenário de tração — ver E07). 1% equity adquirido permanece na estrutura societária independentemente de saída após o full vesting. Sujeito a contrato definitivo e due diligence bilateral.
Selecionamos parceiros.
Não fornecedores.
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